Nada muda
Ou nada parece mudar
Mágoas, decepções, falta de estímulo
Dúvidas que vagueiam como fantasmas
Tempo, tempo, tempo
E da paz
Só queria um momento
Vida mergulhada em sonhos, medos e incertezas. assim me descrevo em pensamentos, tentando me traduzir ou descobrir quem sou...
Nada muda
Ou nada parece mudar
Mágoas, decepções, falta de estímulo
Dúvidas que vagueiam como fantasmas
Tempo, tempo, tempo
E da paz
Só queria um momento
Posso ser tudo o que desejo
Libertar todas as fantasias
E esperar enquanto bebo uma taça de vinho.
Posso transformar-me em felicidade
em discórdia ou ilusão.
Posso ser transmitida no ronronar do gato
na saliva envenenada da cobra
ou na disposição do bicho preguiça
No momento, nada tenho a oferecer,
pois padeço do mal da humanidade:
sofro por ser quem sou.
Pela beleza não acreditada
Pela ignorância de querer ser tua
Mesmo que sonsamente
Eu perceba você não me querer.
Ou por sentir uma culpa que não consigo entender.
Suplicio rasgado pela insanidade
Sou mais do que me acho
e me valorizo menos do que devo
Abismo entre dois corpos
Liberta-me de tudo
Na expectativa de me encontrar
Um poeta é movido
pelo sentimentalismo
e fala com toda sensibilidade
do seu amor.
não importa se é desprezado
ou amado.
A intensidade é a mesma
porque a unica coisa que
lhe foge do controle
é a quem se deve querer.